Muita gente pensa que só deve ir ao psicólogo se estiver agindo como louco, não é? Tudo bem, aquele que chamam de louco ou doido também pode se beneficiar de uma terapia, certo? Mas, aquela pessoa que é tida como normal também pode obter benefícios de uma psicoterapia? Eis a questão.
Como é a pessoa que costumam considerar louca ou doida?
ResponderExcluirQuais as atitudes que servem para identificar o estereótipo de uma pessoa doida ou louca?
ResponderExcluirQue tipo de benefícios podem ser obtidos através de uma psicoterapia?
ResponderExcluirComo especificamente a terapia funciona? O paciente fala? O psicólogo fala? Ambos falam? Ambos escutam? Quem é mais ativo ou passivo ou ambos se interrelacionam reciprocamente?
ResponderExcluirExiste apenas um tipo de terapia, ou na verdade são vários tipos de terapia, e cada tipo funciona de um jeito específico?
ResponderExcluirA terapia de uma pessoa considerada louca/doida geralmente é feita da mesma forma que a terapia de uma pessoa considerada normal?
ResponderExcluirAfinal, existe alguma diferença entre o normal/anormal e o patológico/não patológico?
ResponderExcluirAnsiedade, Stress, tristeza, raiva, tédio, medo também podem ser motivo para procurar um psicólogo?
ResponderExcluirEstou confuso, devo ir à terapia? Estou muito inseguro, a terapia pode me ajudar? Acho que estou grávida, devo fazer terapia? Não quero mais sair de casa, estou com muito medo! Tive uma convulsão, para que fazer terapia? Não consigo dormir direito, mas não quero fazer terapia! Meus pais estão doentes, procuro o psicólogo(a)? Se eu demorar até procurar o psicólogo, meu problema pode piorar?
ResponderExcluirMuita gente só procura o psicólogo(a) como última alternativa! Após ir a vários médicos e confirmar que o problema não é físico; após repetidas provas de fé, em variadas religiões; após testar todos os tipos de terapias alternativas; após perder a última gota de esperança, enfim começa a procurar o telefone de um psicólogo(a) lhe contar sua situação. Durante todo este percurso, que leva um tempo considerável, o quadro da pessoa pode piorar sem que ela mesma perceba que isto está acontecendo?
ResponderExcluirSem contar que todos estes passos poderiam ser feitos ao mesmo tempo em que a pessoa estava sendo acompanhada por um psicoterapeuta. Desta forma, ela não estaria se desfragilizando em cada etapa, ao contar para psicólogo sobre as esquinas de sua vida, tomando consciência de cada sentimento e, ao se fortalecer, conseguindo enfrentar as dificuldades do dia a dia?
ResponderExcluirFazer terapia, contar ao psicólogo(a) sobre como está sua vida, seu dia a dia, aquilo que está incomodando, o(s) sentimento(s) mais fortes no momento, a complexidade de todas as vontades relacionadas com todos os sentimentos e todas memórias e todos os traumas...
ResponderExcluirMas contar ao profissional, e por que não ao amigo, à mãe, ao pai, ao irmão ou irmã, à professora, ao tio, ao vizinho, ao marido, à esposa etc? Sim, mas lembra aquela vez em que foi contar sobre um problema para uma pessoa e ela começou a dizer que isto lembra a mãe dela, depois diz que também aconteceu com ela e que ela sofreu muito e ainda não se conforma e, e, e, e, e, daqui a pouco você estava mais preocupado com o problema dela do que com o seu, e sem contar que falar para um não profissional vai deixá-lo preocupado com você, às vezes sem saber como ajudá-lo, não é?
ResponderExcluirAo entrar no consultório do psicólogo pela primeira vez, devo me sentir como se estivesse perante um médico? Psicoterapia tem a mesma configuração da consulta com um médico? Se eu vou ao médico, ele me examina, faz perguntas, se necessário prescreve exames e/ou medicamentos e aguarda a sessão seguinte chamada retorno para que possa analisar os exames e, se for o caso passar mais exames e/ou medicamentos, quer dizer, dar um encaminhamento necessário para o paciente, correto? E na terapia, também é assim? Basta uma sessão e outra de retorno?
ResponderExcluirAnálise, acompanhamento psicológico/terapêutico/psicanalítico/emocional... possuem uma configuração diferente da consulta ao médico. Primeiro que geralmente, na maioria das vezes, a terapia não se conclui com apenas 2 sessões. O psicólogo é um profissional que acompanha a pessoa/cliente/paciente durante o processo de terapia e ambos estão atentos ao clima de sentimentos, por exemplo, a tristeza, a intensidade da tristeza, o sofrimento dessa tristeza, a dificuldade para enfrentar os próprios desafios com essa tristeza etc.
ResponderExcluirDurante o processo de terapia, o início, o desenvolvimento, a suspensão temporária, o término gradativo ou definitivo, etc. Muitas coisas acontecem na vida da pessoa, de tal forma que à medida que acontecem podem ser compartilhadas com o psicoterapeuta e, mesmo que virtualmente, vai se construindo uma sequência de eventos configurando um equilíbrio dinâmico, feito de altos e baixos. Neste ínterim, muitas coisas se atualizam, ao ponto em que a pessoa mais consciente de si mesma, se conhecendo melhor, mais organizada, menos fragilizada, mais fortalecida poderá enfrentar melhor os desafios de sua vida.
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