segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Otimismo ajuda?

Pensar que tudo está perfeito; desviar a atenção dos problemas e dificuldades; colocar lentes cor de rosa para ver o mundo; acreditar que sempre poderia ser pior... Esse é o segredo do segredo?

E a característica humana de errar, falhar? Como se pode aprender com os próprios erros se a atenção for sempre desviada? Como tirar lições para a própria vida? Ou o passado não ajuda a compreender a vida? Ou só precisamos de teoria e nada se aproveita da prática?

Será que temos valorizado os nossos erros? Temos pelo menos refletido sobre os erros que cometemos? Tem servido para algo, ou tem sido desprezados como pecado e/ou inúteis.

É possível que o ser humano deixe de errar? Que um humano só tenha comportamentos perfeitos? Ou o que nos distingue como humanos é justamente a consciência de que erramos e de que devemos melhorar?

Como é o ser humano que erra e, mesmo sabendo que errou, decide continuar errando, sem buscar melhorar a si mesmo, continua praticando o mesmo erro?

Uma coisa é o erro imoral. Outra coisa é o erro ilegal. O erro imoral pode apenas afastar as pessoas, havendo o distanciamento ou até a exclusão do convívio social. Já o erro ilegal pode gerar uma punição conforme o código que rege a sociedade em questão.

Diante de tudo isto, retomamos a pergunta sobre a extensão da ajuda que o otimismo oferece. E ainda reforçamos que a base, o fundamento para a atitude humana é a capacidade de responsabilidade.

Caso tenha consciência, deve ser responsável pelos próprios atos. Isto porque a cada momento o ser humano faz escolhas e tem de se responsabilizar pelas consequências de cada escolha.

Agora também se não houver esperança, não há como seguir adiante. Portanto, é preciso não só tomar decisões, como também ter esperança de que pode dar certo, afinal quem não tenta, não pode reclamar de fracasso, mas também não pode provar o sabor de se alcançar o objetivo almejado.

Em busca da Felicidade

Alegria é felicidade? Amor é? Paz? Carinho? Respeito? Poder? Sucesso? Fortuna? Muito dinheiro? Jóias? Vestimentas caras e de marca? Moradia? Religiosidade? Fé? Organização? Família? Esporte? Exercício físico ou mental? Tv? Cinema? Rádio? Internet?

Tempos em que adiar a satisfação é uma piada, o que é a felicidade hoje?

Tempos sem modelo ou padrão de comportamento desejável, sem limites morais, como saber o que é a felicidade: se não está claro o que é certoXerrado, bomXmau, bemXmal, bonitoXfeio, etc.

É preciso ter uma estrutura emocional, um alicerce bem preparado para sustentar o estilo de vida que se quer/pode ter.

Não adianta ficar esperando a aprovação de todos ou dos outros para tudo que se faz. É preciso saber o que se quer (desde que não seja ilegal nem imoral) e fazer, sendo responsável para arcar com as consequências dos próprios atos e para aproveitar cada momento. ´

Devo achar que os outros são os responsável por algo que acontece a mim (mesmo que não sejam)? Até quando? Enquanto estiver me protegendo, é uma coisa, mas continuar assim indefinidamente, sem assumir a responsabilidade de me cuidar, me organizar, me fortalecer... Pontos a serem trabalhados durante a terapia

Fim do tratamento

Quanto ao término da terapia, como saber qual o momento mais adequado? É o terapeuta? O paciente? Ambos? Um bom "termômetro" é observar a relação do paciente com o motivo que o levou à terapia.

Caso não apresente mais o problema, ou se sente que já consegue ao menos conviver com ele, pode ser um momento de reflexão sobre a continuidade ou não da terapia.

Entretanto, cada teoria da Psicologia compreende a terapia de um modo particular, logo, cada psicólogo interpreta o fim da terapia conforme seu enfoque teórico.

Por exemplo, enquanto alguns acreditam que com a solução do problema do paciente a terapia pode ser finalizada, outros pensam que além do problema declarado pelo paciente existem outros mais enraizados que nem o próprio paciente sabe e que vai se desenrolando durante o processo de terapia.

Entre esses dois pontos de vista, existem muitas outras variações. Seja o terapeuta, o cliente/paciente, a técnica, o discurso, o contexto, ou tantos outros critérios, sempre se estará em busca da saúde emocional e total do paciente.

Ansiedade, Pânico, Depressão

Que características diferenciam a APD? Intensidade? Duração?

sábado, 14 de janeiro de 2012

Baixa auto-estima. Como lidar?

Algumas pessoas começam a não se valorizar mais. A partir daí, não se cuidam mais, não confiam mais em si mesmas, às vezes desconfiam dos outros também e não gostam mais de si nem da própria imagem. Ficam se sentindo muito mal.

Caso você se sinta assim, escreva para mim:


helonjk@gmail.com


Aguarde a resposta em seu email.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Devo confiar?

Primeiro a gente fica sem saber se confia.
Então é bom começar com assuntos mais amplos, sem muitos detalhes.
A medida que a conversa vai fluindo, fico observando se a confiança aumenta
ou diminui. Quanto mais eu confiar no profissional, fico a vontade
para descrever outros detalhes. Enfim, mesmo que nao de confiança
a um profissional, e preciso nao desistir de procurar ate encontrar
um com quem tenha ou desenvolva afinidade.

domingo, 13 de novembro de 2011

Estou estressado!

O SOFRIMENTO tem o poder de nos fazer parar ou ao menos reduz nossa afobação. Às vezes não percebemos o valor dele em nossas vidas. Isto não é fácil principalmente quando está doendo. A dor pede com força toda a nossa atenção, quase nos obrigando a voltarmo-nos para ela. É como uma criança implorando nossa atenção. Se percebe que a gente ignorou, se desespera e reclama cada vez mais intensamente.