quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Clientela do Psicólogo

Criança, adolescente, jovem, adulto, idoso... mais alguém?

15 comentários:

  1. Existe diferença entre psicose e psicopatia?

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  2. O que levaria um neurótico a fazer terapia?

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  3. É possível prever as atitudes de uma pessoa quando se sabe qual o seu diagnóstico? Se for neurótico, age de um jeito, psicopata de outro e psicótico de outro?

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  4. A soma das partes de uma pessoa é igual à totalidade da pessoa?

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  5. A classificação diagnóstica é a única forma de se fazer terapia ou é possível cuidar de uma pessoa psicoterapeuticamente sem estabelecer rótulos?

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  6. A terapia feita individualmente tem o mesmo efeito da terapia de casal, de família, de grupo, da comunidade?

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  7. O psicólogo pode atender em uma escola, uma empresa, uma clínica, um hospital, um lar de idosos, uma creche, um lar de crianças, um centro de recuperação de crianças e adolescentes, um presídio, um tribunal, uma ONG, CRAS, CAPS, Unidade de Saúde da Família, SAMU, trânsito, domicílio, restaurante, governo, propaganda, internet, turismo, oftalmologista, pessoas com necessidades especiais, relações internacionais e tantos outros âmbitos

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  8. Diferenciar uma pessoa de outra, reconhecendo suas peculiaridades e idiossincrasias

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  9. Descobrir os motivos, o significado, o sentido de uma atitude enquanto fenômeno

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  10. O esforço para compreender (preender com) o outro, a outra pessoa, ainda que suas atitudes possam parecer incompreensíveis, inexplicáveis, injustificáveis

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  11. Descobrir a razão da emoção, do sentimento. A lógica de uma atitude "ilógica"

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  12. Sem favorecer, nem tomar partido, nem direcionar, nem determinar, nem escolher, nem decidir. Apenas clarear, clarificar, tornar mais claro, trazer a luz o fenômeno e facilitar sua compreensão, para que o outro, a outra pessoa, possa perceber melhor, ampliar sua consciência, abrir os horizontes, retirar as traves do olho, os empecilhos e enxegar mais nitidamente, podendo tomar suas próprias decisões, preferindo, querendo, desejando e/ou escolhendo e sustentando suas decisões desde então com fundamentos, alicerçadas em sua própria amplitude de percepção

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